Ver o mundo parar.
Encontrar o espaço de onde observo minha vida com isenção.
Aquele espaço essencial que está dentro de mim, mas que só acesso ao sublime toque do outro ser.
Pois posso encontrar-me aqui dentro agora.
Minhas asas foram descobertas e com elas são desvendados um a um, delicadamente, todos os meus segredos.
Apesar de toda sutileza, o momento é forte. E à esta força fisicamente não resisti. Adoeci.
Mas ver o mundo parar compensa toda a dor física. E a dor física desiste.
E o mundo pára.



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